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Professor de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Ensino - Governo do Paraná

quarta-feira, 27 de março de 2013

O esporte também faz parte da vida acadêmica


Divulgação / Secretaria de Estado do Esporte / Partida de handebol disputada nos últimos Jogos Universitários do Paraná (JUP).Partida de handebol disputada nos últimos Jogos Universitários do Paraná (JUP).
INTERAÇÃO

O esporte também faz parte da vida acadêmica

Estudantes de diversas áreas abrem espaço em suas agendas para treinar e representar a instituição em que estudam em jogos universitários.
Campeonatos internos também empolgam
Em uma escala menor, mas não menos empolgante a quem participa, competições internas promovidas por algumas instituições ajudam a definir equipes que disputarão torneios contra outras faculdades, além de proporcionar um espaço àqueles que não podem viajar para competir.
Na PUCPR, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) é o maior incentivador dos Jogos Internos da PUC (JIP), torneio que movimenta todos os cursos e câmpus da instituição. Conforme o presidente do DCE, Hugo Alexander Martins Pereira, em alguns cursos o interesse é tanto que as turmas até fazem prévias para ver quem representará o curso nos JIP.
O papel do DCE na competição é amplo: vai desde a procura por espaços para as equipes treinarem até a busca de patrocínio para viabilizar o evento. “Às vezes, é o próprio DCE que providencia uniforme e aluguel de quadra”, conta Pereira.
Calouros
No Centro Universitário FAE, os calouros participam de uma competição própria, organizada pela própria instituição com a finalidade de integrar as turmas de recém-chegados. Os Jogos dos Calouros ocorrem sempre no primeiro semestre, às 22 horas de dias de semana, o que viabiliza a participação de colegas na torcida. (JDL)
Depoimento
Arquivo pessoal 
“Foi com a Atlética que eu pude e continuo a me desenvolver nos âmbitos profissional e pessoal. Lá encontrei amigos, trabalhei com colegas de outros cursos, aprendi a tocar todo tipo de instrumento, compor músicas, organizar festas e ter nas mãos a responsabilidade de uma instituição que cuida não só de eventos, mas que também atende a sonhos, promove amizades e desenvolve a paixão de estudar e vestir a camisa de uma universidade.”
Vitor França Candido, diretor de bateria da Atlética de Sociais Aplicadas (ASA) da UFPR.
Calendário
Confira as competições universitárias previstas para as próximas semanas, segundo o calendário da Federação Paranaense do Desporto Universitário:
29 a 31 mar – Competições estaduais da Liga do Desporto Universitário (LDU) de rúgbi de sete, em Curitiba.
3 a 7 abr – LDU estadual de tênis e tênis de mesa, em Curitiba.
4 a 7 abr – LDU paranaense de vôlei de praia, em Maringá.
11 abr – Seminário de candidatura aos Jogos Universitários Brasileiros 2014, em Brasília.
24 a 27 abr – LDU brasileiro de lutas (judô, caratê e tae kwon do), em São Paulo (SP).
27 e 28 abr – LDU paranaense de xadrez, em Curitiba.

Não é preciso ser atleta profissional para levar o esporte a sério. Competições promovidas todos os anos por universitários provam isso. São futuros advogados, publicitários, economistas e estudantes de outras áreas que fazem questão de aliar uma experiência esportiva à formação acadêmica. Seja por hobby ou pela satisfação de representar a universidade em que estudam, eles fazem dos jogos universitários uma parte importante da vida estudantil.
No estado, os Jogos Universitários do Paraná (JUP) tendem a ganhar maior destaque entre outras competições do gênero por receber apoio do poder público. O evento é promovido anualmente pela Federação Paranaense de Desportos Universitários (FPDU) em parceria com as secretarias de Esporte do estado e de um município, que sedia o torneio. Em 2013, Campo Mourão receberá os JUP, em julho. Qualquer instituição de ensino superior filiada à federação pode participar. Em geral, as faculdades são representadas por associações atléticas, grupos de alunos que se responsabilizam por ações esportivas.
De acordo com o presidente da FPDU, Ney de Lucca Mecking, as modalidades previstas para a 53.ª edição dos jogos são vôlei, basquete, handebol, futebol de salão, atletismo, natação, judô, xadrez e tênis de mesa. Os resultados obtidos no campeonato estadual são classificatórios e garantem vaga nos Jogos Universitários Brasileiros (JUB), também conhecidos como Olimpíadas Universitárias.
“A expectativa da federação é levar para a competição nacional, em Goiânia, ao menos 180 paranaenses”, diz Mecking. Segundo ele, mesmo não se tratando de atletas profissionais, a dedicação de vários times é de impressionar. “São equipes organizadas com bom índice técnico, uniformizadas e comprometidas com horário”, afirma.
Divulgação / Secretaria de Estado do Esporte

Xadrez é uma das modalidades dos JUP
Motivação
O estudante de Direito no Centro Universitário Curitiba (UnicuritibaWesley Fernando do Nascimento aponta algumas razões que justificam essa motivação. “Fazemos por amizade ou por gostar da faculdade e querer representá-la bem”, explica. Nascimento também é presidente da Associação Atlética Acadêmica Curitiba, grupo responsável pelas ações esportivas na instituição e que, em 2004, foi campeão nacional dos Jogos Jurídicos – uma das competições mais tradicionais no país, voltada exclusivamente a estudantes de Direito.
Outro torneio promovido a estudantes de uma área específica são os Jogos Universitários de Comunicação Social (Jucs), que agregam alunos de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas do Sul do Brasil. Giorgio Antonacci, aluno de Publicidade e Propaganda na PUCPR, participa dos jogos há três anos e destaca a interação entre os participantes como um dos pontos fortes do evento. Segundo Antonacci, a programação inclui quatro dias de jogos com três festas à noite. Oportunidade para se enturmar é o que não falta.
>>> Dê a sua opinião: que benefícios os jogos acadêmicos trazem para a carreira dos estudantes?

Uma biblioteca por dia até 2020


Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Biblioteca do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba: segundo informações do Censo Escolar, faltam no país 128 mil espaços de leitura adequados às instituições de ensinoBiblioteca do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba: segundo informações do Censo Escolar, faltam no país 128 mil espaços de leitura adequados às instituições de ensino
EDUCAÇÃO

Uma biblioteca por dia até 2020

Lei exige que toda escola pública ou privada tenha uma sala de leitura daqui a sete anos. No Paraná, 42% dos colégios ainda não têm esse espaço.
O Brasil precisa construir 39 bibliotecas por dia nos próximos sete anos para cumprir a Lei n.º 12.244/2010, que prevê que toda escola pública ou privada tenha o seu próprio espaço de leitura até 2020. A defasagem total do país é de 128 mil bibliotecas. No Paraná, segundo informações do Censo Escolar de 2011, 42% das 9.110 escolas não têm uma sala de livros, o que exige a construção de 1,2 biblioteca por dia até 2020.
O levantamento foi feito pelo movimento Todos pela Educação, com base em dados cedidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Embora o número total relativo à falta de bibliotecas inclua todas as redes de ensino, é nas escolas públicas que o problema se concentra. Nas redes municipal, estadual e federal é preciso construir 113.269 unidades.
Saiba mais
A Lei 12.244, sancionada em 2010, afirma que todas as instituições de ensino, públicas e privadas, devem contar com bibliotecas em suas estruturas no prazo máximo de dez anos. O texto considera como biblioteca escolar “coleção de livros, materiais em vídeo e documentos registrados em qualquer suporte destinados à consulta, pesquisa, estudo ou leitura” e afirma que a profissão de bibliotecário deve ser respeitada. Além disso, exige, em cada acervo, o mínimo de um título para cada aluno matriculado na unidade de ensino.
Informação
Campanha ensina prefeitos a conseguir verba para salas de livros
O Instituto Ecofuturo lançou no ano passado uma campanha chamada “Eu quero minha biblioteca”, iniciativa que pretende divulgar aos gestores municipais como viabilizar a construção de espaços de leitura públicos e escolares. “Lançamos a campanha em 2012 por ser ano de eleição e poderíamos atingir muitos dos novos prefeitos”, explica Cristine Fonteles, diretora de educação e cultura do instituto.
Segundo ela, o desconhecimento da lei e dos recursos federais disponíveis para a construção de bibliotecas está entre as principais causas da dificuldade para enfrentar o problema, ao menos no caso das redes municipais. Na cartilha que o instituto distribui a municípios de todo o país são apresentadas as três fontes de financiamento possíveis para viabilizar a estrutura física e o acervo de novas bibliotecas. O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), cujos recursos disponíveis são voltados exclusivamente para bibliotecas escolares; o Plano de Ações Articuladas (PAR), somente para municípios signatários do acordo chamado Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação; e o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), que viabiliza a aquisição de acervo.
Descaso
Por trás da desinformação sobre os financiamentos, diz Cristine, está uma cultura que subestima a importância dos espaços de leitura. “Não somos um país que valoriza bibliotecas. No PNBE, por exemplo, o tamanho de uma biblioteca deve ser de 23 metros quadrados. Isso não é nada”, lamenta. Ela acrescenta que, nas visitas que fez a vários municípios, notou uma tendência a se valorizar muito mais as quadras de esportes. (JDL)
Dê sua opinião
Como acelerar a construção de bibliotecas nas escolas do Paraná? Que importância você dá para a existência desse espaço de leitura?

Parte da explicação para a ausência tão significativa de espaços de leitura seria histórica. Segundo o professor Renê Wágner Ramos, coordenador de Pesquisas Educacionais na Secretaria de Estado da Educação (Seed), há 50 anos não era obrigatório nem comum que toda escola tivesse a própria biblioteca. Por isso, o projeto arquitetônico de estabelecimentos mais antigos não contava com o ambiente.
A transformação em salas de aula e laboratórios de informática também teria contribuído para o desaparecimento de alguns espaços. “Algumas escolas tiveram de lidar com uma demanda muito alta de alunos, então a comunidade optou por desativar a biblioteca para poder abrir mais turmas”, conta Ramos.
Situação atual
Segundo dados atualizados da Seed, o problema afeta 13% das escolas estaduais. Situação menos preocupante que a de outros estados, como o Maranhão, onde 61,7% dos colégios do governo do estado não tinham biblioteca, ao menos até 2011. No estado de São Paulo, onde o número de escolas é mais que o dobro das existentes no Paraná, o cumprimento da meta exigiria do governo local a construção de 46 bibliotecas por mês. O caso paranaense pode ser resolvido com aproximadamente duas novas unidades ao mês.
Na rede municipal de Curitiba, apenas oito das 184 escolas não têm biblioteca. Três dessas estariam em situação de dualidade administrativa, já que o Estado as cedeu ao município há pouco tempo, conforme explica Letícia Meira, diretora do Departamento de Tecnologia e Difusão Educacional do município. “A nossa meta é suprir essa necessidade o mais rápido possível, mas não temos previsão porque estamos num momento de diagnóstico.” Dificuldades arquitetônicas seriam o motivo pelo qual essas escolas ainda não contam com bibliotecas.
Projeto prevê consulta on-line dos acervos
No mês passado, a Rede de Bibliotecas Escolares Públicas, programa lançado pelo governo do estado, completou dois anos. A iniciativa prevê uma série de ações de modernização de espaços já existentes e de incentivo à leitura. Entre elas, pretende incluir as bibliotecas escolares de todo o estado num mesmo sistema de software que permitirá a alunos e comunidade a consulta ao acervo por meio da internet. Em 2011, foram 32 as escolas escolhidas para receber o projeto piloto.
Segundo o professor Renê Wágner Ramos, da Secretaria de Educação do Paraná (Seed), até o fim do ano 532 bibliotecas devem estar integradas. “Neste momento estamos trabalhando para invidualizar o acesso, o que dará senha e login a cada estudante”, diz. Uma parceria entre a Seed e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná viabilizou a implantação do sistema Pergamum. Outra ação da rede é a designação de um funcionário para cada biblioteca até o fim de 2013 . De acordo com Ramos, está em estudo a abertura de um concurso público para suprir essa necessidade.

terça-feira, 26 de março de 2013


História da Páscoa
Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos


As origens do termo  
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. 
Entre as civilizações antigas  
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.  
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém  
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

Receita de redação


Cristovão Tezza

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Receita de redaçãoVirou piada nacional a redação do Enem que, incluindo uma receita de miojo entre a introdução e a conclusão, acabou aprovada pelos corretores. Esse é um tema que assanha o humor nacional – na terra de analfabetos letrados e iletrados, rir alto da desgraça alheia, aluno ou professor, é o melhor remédio.

Antes, porém, de atacar o aluno debochado, os corretores, o método ou a logística do Enem, seria bom voltar os olhos a esse dinossauro didático das aulas de Português que vem resistindo há séculos como exemplo cristalino do texto ornamental ou linguagem inútil: a célebre “redação escolar”. É um gênero que não serve para rigorosamente nada, e não tem nenhum uso concreto na vida real do estudante – dá-se um tema, com ou sem texto de apoio, o que é irrelevante, e convida-se a vítima a “desenvolver” três ou quatro parágrafos sobre ele.

O que se quer avaliar? Ora, o domínio que o aluno tem da língua padrão do português escrito no Brasil, o que inclui um conjunto bastante complexo de habilidades, indo da capacidade de leitura, pressuposto fundamental, às ferramentas técnicas da frase escrita (coesão entre as partes, uso de relatores, adequação vocabular etc.). Não são as “ideias”, essa nuvem vaga e sem contorno que costuma alimentar a “redação escolar”, o que de fato interessa, mas o domínio técnico da escrita. E, para que tal avaliação seja minimamente objetiva, é preciso implodir o velho modelo. Pedir a um estudante que escreva um resumo em 50 palavras de um texto de duas páginas dirá muito mais sobre a sua competência que 30 “redações escolares”. Uma resposta em um parágrafo a uma questão específica sugerida por um texto ou uma imagem exigirá mais e melhor dele que três parágrafos de encheção de linguiça. Ou de uma receita de miojo – tanto faz.Nascida para “tirar nota”, a redação escolar é um convite irresistível ao lugar comum, ao chavão, à frase feita, à platitude. As frases se emendam sem rumo, em direção à mágica última linha, que dará fim ao suplício e, com sorte, uma boa nota. A prova de redação nunca sabe o que quer avaliar – fala-se em “concatenação de ideias”, “adequação ao tema”, ou algo esotérico semelhante, e depois contam-se os erros ortográficos, como quem cata milho no texto, de onde sai uma nota rezada mais pela apreensão intuitiva do conjunto que por qualquer cálculo específico. A “redação escolar” é uma herança retórica de um tempo em que uma velha “arte literária” pautava a suposta qualidade do texto. Foram-se os ornamentos, mas ficou o modelão encarquilhado que inferniza a vida dos alunos em milhões de testes de escolaridade pelo país afora.
A propósito: a melhor prova de Língua Portuguesa do Brasil vem sendo feita pelos exames da Universidade Federal do Paraná há mais de uma década. Não faria mal o Enem dar uma olhada no nosso modelo.

O segredo das escolas de sucesso


Alexandre Cassiano/ Agência O Globo /
GESTÃO

O segredo das escolas de sucesso

Christopher Day, professor emérito da Universidade de Nottingham.
Ao longo dos últimos 20 anos, o pesquisador inglês Christopher Day tem se dedicado a pesquisas sobre gestão nas escolas. O interesse pela Educação surgiu na sala de aula, quando era aluno e escolheu seguir o magistério porque teve péssimos professores. Decidiu que queria ser melhor que eles. Hoje, como professor emérito da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, coordena um estudo em 20 países sobre como é a liderança em colégios de sucesso. O Brasil pode aumentar essa lista em breve.
O senhor pode falar sobre seus estudos nessas escolas consideradas de sucesso em 20 países?
Há 13 anos, me pediram para fazer pesquisas sobre como os professores podem contribuir para os resultados dos alunos. Quando eu e meus colegas começamos a investigar, encontramos muitos artigos sobre como os professores trabalham, mas poucos baseados em observação e entrevistas com diretores, estudantes, professores e parentes. Fiquei surpreso. Depois do trabalho feito no meu país, tive um encontro com colegas de universidades de outros países. Então, decidimos que seria vantajoso juntar os estudos para ver se o trabalho dos diretores é igual em um país e em outro, em busca de trabalhos bem-sucedidos dos líderes das escolas. Começamos a construir o que é a maior base de dados de escolas bem-sucedidas, agora, em 20 países. Temos cerca de 120 escolas.
Qual é a diferença entre o gestor de sucesso e os que não têm o mesmo resultado?
A primeira é o resultado dos alunos nos testes. É parte do trabalho da escola educar estudantes para que tenham bons resultados nas provas. Mas também descobrimos que há princípios iguais em várias escolas. Um deles é fazer com que os alunos se sintam bem, tenham saúde emocional. Assim, os alunos podem ser cidadãos e contribuir com a sociedade. Isso é tão importante quanto os resultados acadêmicos. Porém, durante nossos estudos, levamos em conta também as escolas que se preocupam em fazer um trabalho não só com os alunos bem-sucedidos academicamente, mas com aqueles que não têm resultados tão bons. Chamamos isso de igualdade ou justiça social.
O que esses líderes de sucesso têm, especificamente?
Eles têm muito mais semelhanças do que diferenças. Aprendemos com os líderes de sucesso que não é preciso ter valores parecidos, mas saber como aplicar os princípios, considerando a situação em que a escola está inserida, combinando essas estratégias com sua realidade. É necessário levar em conta algumas questões: a vizinhança em que a escola está inserida, a relação da comunidade com a escola, os professores.
O que achou das escolas daqui?
Fomos a uma escola municipal no Rio de Janeiro. A escola tinha uns 300 estudantes, falamos com a diretora, com algumas crianças e demos uma volta nas salas de aula. A diretora estava lá há mais de 20 anos. Uma das perguntas que eu fiz era se aquela era uma escola de sucesso. Ela disse que sim. Eu perguntei como ela podia afirmar isso. E ela respondeu que a maioria das crianças, quando saía da escola, sabia ler e escrever. Questionei como ela conseguia isso. E ela deu duas respostas. A primeira foi que todos os professores tinham vontade de ensinar e, quando enfrentavam problemas, se uniam para resolver. A segunda foi bem interessante: a forte ligação com os pais. Ela os convida a participar do colégio. Se analisarmos pela ótica das escolas bem-sucedidas pelo mundo, encontramos o mesmo, um forte relacionamento com os pais, mesmo quando eles não querem isso. Mesmo quando os pais resistem, o diretor faz questão que eles frequentem a escola, mostrando a importância disso.
Existe alguma curiosidade sobre essas escolas bem-sucedidas?
Os diretores não saem da escola. Eles têm comprometimento com a comunidade. O fato de eles permanecerem ali passa para a comunidade uma mensagem de que aquela pessoa se interessa pelo progresso da escola. É uma mensagem poderosa: sou um professor dessa comunidade, comprometido com ela. Você observa que esses professores são inquietos, estão sempre procurando outros desafios e maneiras de desenvolver a escola e os estudantes.
O senhor pode nos dar o exemplo de uma escola que não tinha comprometimento com esses princípios e passou a ter?
Vou dar o exemplo de uma escola que estava para fechar, localizada em uma zona de conflito. Uma vez, numa manhã, uma pessoa foi encontrada morta na porta. Nove anos depois, a comunidade é a mesma, mas o colégio agora pode ser descrito como um oásis. Foi transformado. Uma nova diretora entrou. Ela assumiu em setembro e começou mandando pintar todas as paredes das salas de aula, para que, quando as crianças voltassem das férias, já percebessem que algo havia mudado.
O que mais ela fez?
Ela promoveu encontros com os pais e estabeleceu uma relação próxima com a comunidade. Além disso, em vez de entrar na escola e apenas se sentar atrás de uma mesa, ela foi para as salas dar aula com os professores. Ela fez com que eles melhorassem. Outra iniciativa importante foi tentar resolver a ausência dos alunos. Se um estudante não aparecia, ela não esperava para ver o que ia acontecer. Tentava um contato por telefone com os pais e chegava até a fazer uma visita à casa do aluno. Vale destacar que os professores que estavam na escola quando os resultados eram ruins continuam lá.
Existe uma avaliação no Brasil que atribui notas às escolas. Às vezes, há colégios com avaliações bem diferentes, localizadas no mesmo bairro. O que o senhor acha desse método?
Esse é um bom sistema para tentar descobrir por que uma escola está melhor do que outra na mesma comunidade. Minha sugestão é pegar essas avaliações e ver as diferenças dos líderes das escolas. Suspeito que a resposta estará aí.
Como o senhor vê o uso de tecnologias nas escolas? Elas são realmente essenciais?
O mais importante, claro, é o professor. Mas, óbvio, o mundo muda, e a escola tem que mudar junto. Em muitos países, muitas crianças ficam mais tempo interagindo com a tecnologia fora da sala de aula do que passam dentro da escola. Isso me diz que temos que abraçar a tecnologia na Educação se ainda queremos exercer influência nos estudantes. Isso não substitui o professor, mas ele tem que abraçar a tecnologia se quiser continuar sendo efetivo na sua maneira de ensinar.

segunda-feira, 25 de março de 2013

População pode fiscalizar a gestão escolar no Paraná


População pode fiscalizar a gestão escolar no Paraná

Assessoria de Comunicação / Seed

A população pode acompanhar a gestão das escolas da rede estadual do Paraná e saber como diretores e diretoras estão aplicando os recursos do Fundo Rotativo, repassados pelo Governo do Estado para a manutenção das escolas e aquisição de materiais.

Para acompanhar as despesas da escola basta acessar a página www.consultaescolas.pr.gov.br. O cidadão seleciona um município do Paraná e escolhe em uma lista a escola a ser consultada. Para cada uma delas a ferramenta apresenta uma série de tópicos, desde recursos humanos até os investimentos recebidos, como para merenda e reparos.

O coordenador de Apoio Financeiro da Rede Escolar, Manoel José Vicente, enfatiza o papel da comunidade junto às escolas. “A comunidade é a maior fiscalizadora dos recursos públicos. Se algum cidadão notar que alguma despesa não condiz com a real necessidade da escola, ele deve entrar em contato com a Ouvidoria ou com a própria Coordenadoria do Fundo Rotativo”, diz.

O Fundo Rotativo faz parte do programa de Descentralização de Recursos, que na nova versão transfere até R$ 150 mil por ano para cada escola. Neste ano o Governo vai transferir R$ 80 milhões. A aplicação dos recursos é definida pela própria comunidade escolar.

Na prancheta, a Curitiba de 2040



Segunda-feira, 25/03/2013
Diego Pisante/ Gazeta do Povo
Diego Pisante/ Gazeta do Povo / Ippuc planeja buscar meios de aproveitar melhor os espaços urbanos que hoje só guardam carrosIppuc planeja buscar meios de aproveitar melhor os espaços urbanos que hoje só guardam carros
PLANEJAMENTO URBANO

Na prancheta, a Curitiba de 2040

Dois planos urbanísticos a serem iniciados neste ano vão dar forma à capital das próximas décadas. Foco se expande do centro para os bairros.
A prefeitura de Curitiba deve começar ainda neste ano a discutir dois novos planos urbanísticos para a cidade: um voltado para o centro e outro de sustentabilidade – que deve, principalmente, nortear ações em bairros distantes da região central. Os estudos serão realizados pelo Instituto de Pesquisa de Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e vão complementar o Plano Diretor da capital, que, por força de lei, será rediscutido em 2014.
Segundo o presidente do Ippuc, Sérgio Pires, a concepção dos dois novos planos atende a uma necessidade de planejar a cidade para as próximas décadas. “Nossa obrigação para 2014 é o plano da cidade, mas pretendemos deixar uma proposta para os próximos 20, 30 anos. Sempre tivemos um norte, mas ele hoje não é suficiente para as novas demandas da cidade. O que está em jogo é você transformar o grande em pequeno”, afirma.
Adensamento
Reivindicação do setor imobiliário não é bem vista pelo Ippuc
Reivindicação do setor imobiliário, o adensamento de bairros como Batel e Mercês não é bem visto pelo presidente do Ippuc, Sérgio Pires. “A reivindicação existe, mas precisamos nos aprofundar nos estudos porque os efeitos serão para o resto da vida. Você muda completamente a característica desses bairros, tendo mais adensamento e mais carros nas ruas”, avalia Pires.
Durante a disputa eleitoral do ano passado, o então candidato Gustavo Fruet, assim como seus opositores, assinou carta de compromissos com sindicatos do setor imobiliários. Nela, essas entidades faziam algumas reivindicações, entre elas passar os bairros Mercês e Batel de ZR-1, regiões com menor potencial construtivo, para ZR-4. Apesar de não ver com bons olhos a ideia, Pires afirmou que proposta será estudada durante os debates para formatação do no Plano Diretor da cidade.
Planos Diretores
Caso sejam aprovados, os novos planos setoriais sugeridos pelo Ippuc devem incorporar uma já extensa lista de planos criados nos últimos anos. Veja os existentes:
• Mobilidade Urbana 
• Habitação e Transporte Integrado 
• Controle Ambiental e Desenvolvimento Sustentável 
• Desenvolvimento Econômico 
• Desenvolvimento Social 
• Seguridade e Defesa Social
Interatividade
Você acredita que a cidade seria melhor se as pessoas morassem perto do trabalho? É possível estimular que isso aconteça?
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Apesar dos planos ainda serem incipientes, Pires já apresenta algumas sugestões do que eles devem propor. “Teremos de atuar no desenvolvimento econômico e nas questões edificada, social, cultural e ambiental”, diz o presidente do Ippuc antes de ser mais específico sobre uma das principais demandas do centro: a redução da criminalidade. “Podemos flexibilizar horários do comércio. Quanto mais pessoas nas ruas, menor os índices de criminalidade”, sugere.
Estacionamento multiuso
Outra ideia do Ippuc pode ser dar nova utilidade aos terrenos hoje ocupados por estacionamentos. Não que eles deixariam de existir, mas podem passar a cumprir mais de uma função. “Alguns desses estacionamentos na área central ocupam grandes terrenos apenas para guardar carros. Talvez possamos propor algum incentivo para ter outro tipo de atividade, deixando o centro vivo e aproveitando melhor os espaços”, explica Pires.
Uma das primeiras cidades brasileiras a efetivamente seguir um plano diretor, Curitiba tem até hoje marcas do seu sistema radial de vias ao redor do centro projetadas pelo Plano Agache – do distante 1943. Mesmo com todo o planejamento, alguns bairros que surgiram às margens dessas grandes avenidas acabaram isolados do resto da cidade.
Entre outras medidas, o Plano de Desenvolvimento Sustentável, que deve ser lançado em 2015 (ano de comemoração dos 50 anos do Ippuc), pretende dar nova vida aos bairros. De acordo com Pires, a ideia é voltar a encarar os antigos centros de bairro, incentivando as pessoas a trabalhar perto de onde moram. Além disso, esse plano dará direções de toda parte de acessibilidade”, afirma Pires.
Uma das possibilidades estudadas pelo Ippuc para valorizar os bairros é negociar com a Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) e a Coordenação da Região Me­­­­­­­tro­­politana de Curitiba (Comec) a implantação da integração temporal nos ônibus para incentivar a circulação de pessoas ao redor dos terminais de ônibus. Isso porque, com essa modalidade de integração, a pessoa não precisa ficar dentro do terminal para embarcar em outro ônibus sem pagar.
Especialistas divergem sobre planos
Apesar de concordarem sobre a necessidade de planejamento da cidade, urbanistas divergem sobre as primeiras propostas da prefeitura para os planos de desenvolvimento do centro e o de desenvolvimento sustentável. De acordo com Carlos Hardt, diretor do curso de arquitetura e urbanismo da PUC-PR, ambos os planos podem ser importantes para a cidade, desde que não se perca a visão do conjunto.
“Curitiba é muito bem avaliada no planejamento porque ela conseguiu manter uma coerência. Mas acho que uma nova vida é boa para os bairros. As ruas da cidadania, por exemplo, já foram ao encontro da descentralização dos serviços públicos. A mesma coisa deveria ser para o lazer, pois cada um dos bairros tem de ter o seu espaço para atender a vizinhança”, afirma.
Já Fábio Duarte, também professor da PUC-PR, vê como utopia a ideia de induzir as pessoas a trabalharem e morarem no mesmo bairro e acredita que um plano de ocupação do centro não mudará o perfil demográfico da região.
“Um órgão público não tem como ter ingerência sobre a decisão dos locais de trabalho e estudo da população. Isso é uma utopia. Sobre o centro, o que posso dizer é que já há um perfil demográfico na região que não mudará porque tem a ver com o perfil imobiliário (imóveis sem suítes e garagens). Esses estudos não podem partir de sonhos”, diz o arquiteto.

Governo oferta mais aulas para treinamento esportivo nas escolas


Governo oferta mais aulas para treinamento esportivo nas escolas

Assessoria de Comunicação da Seed

A Secretaria de Estado da Educação vai ampliar o tempo das atividades esportivas nas escolas do Paraná. A oferta atenderá a demanda da educação integral e será exclusiva para treinamento esportivo, para melhorar os índices dos estudantes estaduais em competições esportivas como os Jogos Escolares do Paraná e outros.

Em abril serão ofertadas aos professores de Educação Física 4.500 horas semanais, distribuídas em dois pacotes: 4 horas-aula por semana ou de 8 horas-aulas por semana. Nesta primeira etapa, a ampliação das horas atenderá a 900 escolas, e no decorrer do ano as demais escolas da rede estadual que tiverem interesse no programa poderão requerem as aulas para treinamento esportivo.

“Queremos que estas aulas-treinamento atendam aos projetos político pedagógicos de cada escola, e que elas sirvam para aprimorar os alunos no seu aprendizado e também que ajudem a revelar talentos para o esporte”, destacou o secretário da Educação e vice-governador Flávio Arns.

AMPLIAÇÃO - Além das novas horas, a Secretaria oferece desde 2011 a hora-treinamento, que envolve diretamente 888 professores de Educação Física com 3.552 horas além do currículo da escola. Diferente das aulas especializadas, na hora-treinamento os estudantes também participam de atividades de recreação e de lazer.

“Não se trata de um evento isolado e desvinculado do propósito do ensino nas grades curriculares das escolas. É uma ação integrada dentro de uma proposta pedagógica de educação integral, articulada com a comunidade”, afirma Arns.

As aulas especializadas deverão ser distribuídas em, no mínimo, dois dias, para estudantes de uma mesma escola. As atividades devem ser propostas pela comunidade escolar e desenvolvidas em turno diferente da matrícula do aluno.

Nas modalidades coletivas, o mínimo de 20 e máximo de 25 estudantes por turma. Nas modalidades individuais, mínimo de 10 e máximo de 25 estudantes.

A Secretaria também incentiva parcerias da escola, dentro do seu projeto político pedagógico para ampliar as ações de educação integral.

“A ampliação de jornada para essas 4.500 horas será exclusiva para treinamento esportivo, tanto de modalidades individuais como de equipes”, ressalta a superintendente de Educação, Eliane Rocha.

INSCRIÇÕES - Os diretores interessados na oferta de atividades esportivas especializadas devem solicitar e protocolar, respectivamente, proposta no seu Núcleo Regional de Educação.

O Núcleo analisa se a atividade sugerida contempla o Projeto Político Pedagógico da escola ou colégio e se há condições básicas da escola desenvolver as atividades. Em seguida, a proposta será encaminhada ao Departamento de Educação Básica (DEB) para análise e parecer para autorização de abertura de demanda.

domingo, 24 de março de 2013

GOVERNADOR BETO RICHA AUTORIZA A REFORMA DO COLÉGIO ESTADUAL AMBRÓSIO BINI EM ALMIRANTE TAMANDARÉ



GOVERNADOR BETO RICHA AUTORIZA A REFORMA DO COLÉGIO ESTADUAL AMBRÓSIO BINI EM ALMIRANTE TAMANDARÉ

Desde 2003 a unidade Escolar estava desativada e os estudantes e professores trabalhavam e estudavam em locais alternativos.

Em 2011 o Vice-Governador e Secretário de Estado da Educação Flavio Arns assumiu compromisso com a comunidade em reunião no Ginásio de Esportes de que iria resolver esta situação.

Compromisso cumprido, o Governo do Estado investirá R$ 2.179.852,19 (Dois Milhões cento e setenta e nove mil, oitocentos e cinquenta e dois reais e dezenove centavos).

Veja abaixo a autorização do Governador no dia 18 de março de 2013.

AUTORIZO, NOS TERMOS DO ART. 1 DO DECRETO ESTADUAL

N 6.191/2012, COM BASE NA INFORMACAO N. 0463 - NJ

A/SEED, A REALIZACAO DA DESPESA DECORRENTE DO PROC

EDIMENTO LICITATORIO NA MODALIDADE CONCORRENCIA PU

BLICA, TIPO MENOR PRECO, TENDO POR OBJETO A EXECUC

AO DE REPAROS E MELHORIAS NO COLEGIO ESTADUAL AMBR

OSIO BINI, NO MUNICIPIO DE ALMIRANTE TAMANDARE, DE

ACORDO COM O EDITAL DE ABERTURA E ELEMENTOS TECNI

COS INSTRUTORES, NO VALOR TOTAL MAXIMO DE R$ 2.179

.852,19 (DOIS MILHOES, CENTO E SETENTA E NOVE MIL,

OITOCENTOS E CINQUENTA E DOIS REAIS E DEZENOVE CE

NTAVOS). PARA O CONSENTIMENTO ACIMA FORAM EXAMINAD

OS APENAS OS ASPECTOS DA CONVENIENCIA E OPORTUNIDA

DE. O EXAME DA VIABILIDADE TECNICA, FINANCEIRA, OR

CAMENTARIA, FISCAL E JURIDICA, BEM COMO A ANALISE

DA OBSERVANCIA DO CONTIDO NA LEI ESTADUAL N 15.608

/2007, L.R.F, E LEI FEDERAL N 8.666/93, E DE RESP

ONSABILIDADE DO TITULAR DA ENTIDADE SOLICITANTE. P

UBLIQUE-SE E ENCAMINHE-SE A ORIGEM PARA AS PROVIDE

NCIAS LEGAIS. EM 18/03/13 - GOVERNADOR

sexta-feira, 22 de março de 2013

CLASSIFICAÇÃO Copa Folha Tamandaré


CLASSIFICAÇÃO

A corrida por uma das quatro vagas para a próxima fase, por grupo, assim dezesseis equipes que vão à frente, está concorrida e ate equilibrada para noventa por cento das equipes.
Bordignon confirma suas campanhas anteriores, Quatro Barras está na frente, Menino Deus está com a corda toda e a dupla Vila Torres e União Ahú correm sem ver nenhum concorrente na frente.

GRUPO POR GRUPO
Grupo 01: Deportivo Bordignon 10, Anjo Dourado 09, Areias 07, Palmeirinha 05, Barcelona 04, União Quatorze 03, Cruzeiro 03 e Boca Juniores 01;

Grupo 02: Menino Deus 12, Pioneiro 09, Pinheirinho 09, AE Bocaiuvense 07, Barro Branco 06; Bad Boys 04, Manilha 00 e Santíssima Trindade 00;

Grupo 03: Quatro Barras 10, FEPE / Petrópolis 08, Tupã / Andaraki 07, Roma 05, União Bom 04, Operário Pilarzinho 04, Unidos do Capinzal 02 e Estrela 00; e

Grupo 04: União Ahú 10, Vila Torres 10, Fênix 08, Tabajara 07, Dinamite 04, Imperial 03, União
Camargo 03 e Projeto 00.

INFORMAÇÕES:
REPRESENTANTES – Alguns novos passam a ser incluídos, inclusive nesta rodada, duas do sexo feminino estão na escala.

Eduardo Sena, que estava escalado para a rodada dupla em Campina Grande, em cima da hora a rodada foi desdobrada, vai com apenas um jogo no campo do Vila Torres.

Ataíde, que seria o representante de dois jogos na Vila Torres, ficou com apenas um, dividindo com Eduardo.

Jorge Bueno, sempre com ótimo trabalho, relata tudo e não se limita, conforme orientação de Leônidas, em apenas preencher súmula, aceitou a escala para Bocaiúva, mesmo com um jogo, reside em Itaperuçu e ida e volata seria somar aproximadamente, Itaperuçu – Bocaiuva, pagaria para trabalhar. Mas, com o desdobramento dos jogos de Campina, um foi para Bocaiúva, ficando dois jogos nesta cidade.

Representante que deixar de citar ao Leônidas todos os acontecimentos, caso Tupã / Andaraki x Operário Pilarzinho, por exemplo, mais que lamentável e até o momento difícil de julgar os incidentes, felizmente pequenos, não será escalado.

REPETIÇÃO DA ESCALA – Em função das alterações de última hora, a atual escala foi informada ontem no site, aqui vai a repetição, como ponto principal, os dois jogos que seriam em Campina Grande, foram desdobrados um para Bocaiúva e Leônidas agradece ao Adilsinho, do Menino Deus, pela forma  simpática e desportiva que aceitou a troca de última hora.

TAXA DE ARBITRAGEM – Outro caso, arbitragem não paga, deverá ter acerto, são dois clubes, até às 18 horas de sábado, ou comunicado com o fone 9114-4040.

ESCALA REPRESENTANTES
Sábado – Dia 23
Estádio do Areias (Tamandaré):
14h30 – Areias x União 14
16h15 – Pioneiro x Barro Branco
Representante: Thayná.

Estádio Belarmino Alves Pereira Garotos Unidos – Pinhais):
14h30 – Petrópolis x Operário Pilarzinho
16h15 – Deportivo Bordignon x Barcelona
Representante: Michel (Renato).

Estádio Leopoldina Dias de Faria (Sete de Setembro – Tamandaré):
14h30 – Dinamite x Projeto CEIFAR
16h15 – Tabajara x Fênix
Representante: Maycon.

Estádio Municipal de Almiranre Tamandaré:
14h30 – Roma x União Boni
16h15 – Tupã / Anadaraki x Capinzal
Representante: Jandaia (Caso tenha compromisso com jogos da APE, comando Dreveck, na tarde de sábado, favor comunicar. Aliás, toda impossibilidade, o escaldo deverá se manifestar para evitar os problemas que aconteceram recentemente, no campo do União Ahú).

Domingo – Dia 24
Estádio do Imperial (Colombo):
14h30 – Cruzeiro x Boca Junior
16h15 – Quatro Barras x Estrela
Representante: Eliane.

Estádio Mário Vendramel (Vila Torres):
14h30 – Palmeirinha x Anjo Dourado
16h15 – União Vila Torres x União Ahú
Representante 1: Jogo um (14 horas) Ataíde.
Representante 2: Jogo dois (16 horas) Eduardo Sena.

Estádio Padre Miguel (Bocaiúva do Sul):
14h30 – Menino Deus x Manilha
16h – AE Bocaiuvense x Pinheirinho
Representante: Jorge Bueno.

RODADA DO FERIADÃO DE PÁSCOA – Os dirigentes estão sendo consultados, manifestem-se por favor, diretamente com Leônidas, porque alguns companheiros não passam recados, respondam sim ou não, para a próxima rodada. Fênix e União Boni se manifestaram.

JULGAMENTOS – Aconteceram na última quinta-feira, mas para evitar problemas pelo comunicado horas antes dos jogos, a divulgação do resultado será apresentada na próxima terça-feira.